praideia
sábado, 28 de março de 2015
vilal
a vida vai, às vezes [,] vem
vida louca
como maré – semi-programad@, semi...
vida loka vai e vem. às sempres
vico
ela cobra
eu cobro
amb@s: cobrâmanes
cobrâmanos
tudo pelos cobres
os cobres nos cobre
a vida vista pela boca de lobo dum cofre
cheia de segredos
libertinos, libertai-nos, libertei-nos
qae será t’amém!?
domingo, 15 de março de 2015
sauex
O ônibus passa.
Para.
A quase centenária olha.
Encara.
Com cara de saudades
dum ex-presso que
já se foi?
que nunca passou?
que mais não passa?
que nunca [ultra] passará
a saudade
Ah! Saudade, bicho insaldável!
sice
o cemitério está em silêncio
mortas
prosas não querem
sóprozaq
leida mordaça
precauções ante, anti pseudo viventes
remin
salada de batatas com cebola e pimenta do reino
passeio da indepa até a estação ferroviária
caminhada pela estrada velha pinda-tremembé ... ponte sobre o Una
volta ao meu mundo em oitenta nanosegundos
edhna
A NOITE
À NOITE
ENCONTRO DO CÉU COM A TERRA
POROROCA
PARECE
PERICLITANTE
AMEAÇADORA
sexta-feira, 6 de março de 2015
peqa
pequeno cidad
ã
o
um dia
ser
á
grande
cidad
ã
o
se_
_n
ã
o
fumares
à
reprodu
çã
o
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