terça-feira, 17 de abril de 2018

evento África - III Semana Acadêmica Africana




III Semana Acadêmica Africana :::
Apresentação
A III SEMANA ACADÊMICA AFRICANA tem por objetivo principal promover o diálogo e o debate nas perspectivas política, sócio-cultural e econômica entre o Brasil e os países africanos de língua oficial inglesa com a finalidade de reforçar a mútua cooperação sul-sul. Tal como as duas edições anteriores, a SAA visa provocar reflexões e discussões sobre temas relacionados à população Afro-Brasileira.
 
Apoio/Realização

PROEX

Prefeitura Municipal de Marília

UNIMAR

FAJOPA

STAEPE

http://www.inscricoes.fmb.unesp.br/principal.asp

evento Fonoaudiologia - Semana da Voz




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Curso de Fonoaudiologia realiza Semana da Voz
Comunidade acadêmica promove ações de conscientização
[16/04/2018]
Hoje, 16 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Voz. Docentes e discentes do curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC) da Unesp, Câmpus de Marília, com a parceria do Conselho Regional de Fonoaudiologia - 2ª Região - Delegacia de Marília e Secretaria Municipal de Saúde de Marília realizarão diversas atividades para divulgação da 16ª Semana da Voz de Marília e chamar a atenção da população para saúde vocal.

O objetivo das atividades, que tem consonância com os objetivos propostos pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, é "promover a conscientização da população sobre a importância da voz humana para a promoção da saúde, bem como realizar conscientização de sinais e sintomas que favoreçam o diagnóstico precoce de doenças, como o câncer de laringe, que podem comprometer a qualidade de vida e a própria sobrevida dos indivíduos".

Em 2018, a programação da 16ª Semana da Voz de Marília já começou. Confira:
  • Dia 12/4 - Campanha educativa sobre voz com crianças na Associação Amor de Mãe, realizada por alunos do Curso de Fonoaudiologia;
  • Dia 16/4 (manhã) - Realização de Campanha educativa sobre voz na EMEF Profa. Geralda Cesar Vilardi junto às crianças e professores. Atividade realizada com alunos e docente do Curso de Fonoaudiologia da FFC. Serão realizadas atividades educativas e panfletagem sobre a importância dos cuidados com a voz;
  • Dia 16/4 (noite) - A partir das 19h30, no Auditório Mestre Xidieh, no Câmpus II da Unesp (Av. Vicente Ferreira, 1278), será realizado o V Pratas da Casa do Curso de Fonoaudiologia, com a apresentação artística de discentes e usuários do Centro de Estudos da Educação e da Saúde (CEES) da FFC atendidos na área de Distúrbios da Voz. 
  • Dia 17/4 - Roda de conversa sobre a importância da voz na comunicação e inclusão social, bem como os cuidados com a saúde vocal, com idosos usuários da Unidade de Saúde da Família (USF) Jardim Teruel. Será realizada panfletagem de material educativo para a população atendida naquela Unidade;
  • Dia 20/4 - Às 19h será realizado o encerramento das atividades, com a abertura da 14ª Jornada de Fonoaudiologia da Unesp de Marília.
Durante toda a semana ficarão expostos, na sala de espera do CEES, pôsteres da Semana da Voz chamando a atenção dos usuários sobre a importância da manutenção da boa voz para a saúde e para a comunicação humana. O evento é uma realização do Laboratório de Análise Acústica Articulatória da Unesp de Marília (LAAc) com apoio do Café América.
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Campanha educativa sobre a voz na Associação Amor de Mãe
Luiz Gustavo Leme

http://www.marilia.unesp.br/#!/noticia/2222/curso-de-fonoaudiologia-realiza-semana-da-voz/


sábado, 14 de abril de 2018

filhisteus





                                                            I


O pobre e o rico foram ao supermercado fazer suas compras.



II

O pobre fez a compra do mês. Calculadora (emprestada) em mãos. Muitos cálculos, muitas comparações. Um carrinho de 500 mangos, no grito. Isso daria pro mês? Como pagaria? Preocupações...

O rico fez a comprinha do final de semana, coisas mais emergenciais. Dois carrinhos, 2 mil... numa boa. Talvez a compra fosse suficiente para aguentar até quarta-feira, quando faria uma compra mais farta. Sorrisos despreocupados...




III

Ao passarem no caixa, o pobre ganha 5 cupons para concorrer a vários prêmios. O rico ganha 20. O caixa deseja boa sorte a ambos.

Ambos (isto é, cada um!), cheios de fé, pedem, confiantemente, a Deus que lhe dê ao menos o carro e a casa. Afinal, precisam muito. E, muito mais, merecem!




III

Chega o dia do sorteio. O pobre e o rico lá estão. Lado a lado. Não se conhecem. Ambos cheios de fé e municiados com alguns amuletos que, criam, facilitariam a intervenção metafísica que determinaria o resultado favorável a um dos cada ambos.

O caixa do mercado deseja, igualmente, sorte a ambos. Porém, está torcendo para a própria mãe, que, devota de Santo Expedito, concorre com 2 bilhetes.




IV

O rico ganha o carro e a casa. Agradece muito a Deus por ter atendido suas preces e por ter feito a justiça. Agradece pela benção de poder mostrar aos ímpios a vantagem de ter uma vida inquestionavelmente reta e estruturada. Provaria aos néscios a justiça que não é a dos homens. Poderia testemunhar, com dados empíricos, que poucos são os escolhidos e que o escolhido é ele. Cumpre-se aquela promessa de que nunca se viu um justo desamparado nem sua descendência mendigar o pão. Transubstanciação consubstanciada da parábola dos talentos!

O pobre, endignado e individado, faz 1 21 a cobrar para intimar Deus, afinal, estava a ponto de cometer 1 121. Como assim? Ele é o que mais precisa! Está desempregado. Ameaçado de despejo. Casamento desabando. E quem ganha os dois maiores e melhores prêmios é um rico, que já tem de tudo e mais um pouco... Como assim? Cadê a justiça divina como prova da retribuição e do reconhecimento de sua reta e inquestionável conduta ética e religiosa? Como fica aquela de que nunca se viu um justo desamparado nem sua descendência mendigar o pão?  Como testemunharia, empiricamente, aos seus vizinhos que é um dos poucos escolhidos?




V

O rico ficou ainda mais cheio de fé.

O pobre ficou muito enfezado.




VI

Deus, diante da irada interpelação (althusseriana) do pobre e dos entusiásticos regozijos do rico, responde didaticamente (como se o fizesse para uma criança de -6 meses) que não beneficiou nem prejudicou ninguém, pois, afinal, todos são igualmente filhos. Apenas desejou, imparcial e igualmente, boa sorte a ambos. Era apenas uma questão de probabilidade estatística.

Mas, todavia, porém, entretanto, contudo... essa resposta não adiantou nada. O rico teve ainda mais certeza que é um, ou melhor, o abençoado. O pobre disse a si mesmo que no próximo sorteio seria atendido em suas infalíveis tridiárias preces.






quarta-feira, 11 de abril de 2018

barbia





I


... num ordinário mercadinho periférico da vida...
... nas gôndolas dos brinquedos, na seção de bonecas...
... uma guria, considerada, para os padrões hegemônicos, obesa...
... intima sua mãe:
“mãe, porque eu não puxei pra Barbie?”




II

... a mãe, aparentemente constrangida – ou consternada? –, olha-me, atonitamente, nos meus olhantes...
... eu, indiscreto e indescritível, desvio imediatamente não somente o olhar, mas também os olhantes...
... prefiro tentar mediar um acordo de “livre” comércio entre Prometeu e Lúcifer (se se preferir... Lucifer)...


reticências
e ponto






segunda-feira, 9 de abril de 2018

xerem





... Porque aqui a notícia não para. Informação de primeira mão. A verdade em primeiro lugar.

E está chegando mais notícia! Abre a tela, abre a tela!

Enchente em São Paulo! Urgente! Diretamente do Capitão Helicóptero, ao vivo... mais notícias...

... As águas mataram três pessoas que estavam trabalhando nas imediações. A polícia acredita que a causa das mortes seja disputa por pontos de tráfico de drogas. Os mortos tinham passagens pela polícia...




evento educação - China Miéville e a Revolução Russa de 1917 --- O Movimento operário e popular na abordagem dos agentes de segurança do Estado (1946-1955) Candido Giraldez Vieitez

SEMINÁRIO ABERTO  
do Grupo de Pesquisa Organizações e Democracia


Programação
12 de abril de 2018 
Anfiteatro - UNESP/Marília
18h30 - Lançamento de Livro:
O Movimento operário e popular na abordagem dos agentes de segurança do Estado (1946-1955)
Candido Giraldez Vieitez
19h30 - Discussão de Livro: 
Outubro: História da Revolução Russa
China Miéville
DEBATEDORES:
Magela Reny Fonticiella Gómez (PPGE/FFC/UNESP)
Candido Giraldez Vieitez (PPGE/FFC/UNESP)

O Movimento operário e popular na abordagem dos agentes de segurança do Estado (1946-1955)

Candido Giraldez Vieitez

Editora Lutas Anticapital

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Comumente no debate político e histórico, entre muitos equívocos que normalmente associam o resgate da trajetória do movimento operário e popular, está a leitura de que a história é história somente em determinados centros urbanos, capitais e das maiores regiões, ou se expressa a partir de determinadas categorias sociais que, por sua importância, acabam sendo objeto de maior atenção nos estudos acadêmicos. Temos ainda lacunas sobre o que ocorre alhures, ou melhor, no interior de nosso país e de nosso estado, vistas as vezes como de pouca importância. Não é o caso do trabalho que ora apresentamos e sua particularidade confere uma outra dimensão.
A documentação levantada e exposta sobre a atuação e o olhar dos órgãos de segurança é reveladora de uma história pouco conhecida, e pelo exposto demonstra bem que esse componente de vigilância e repressão teve seus tentáculos em locais aparentes tranquilos. A superação dessa visão obliqua, em nada micro e que não é somente localizada, demonstra que somos parte de uma história maior, e sua dimensão é vascularizada embora pouco conhecida, mas que pode agora ser reconhecida.
Além de abrir caminho para que uma nova reflexão de uma parte importante da atuação de vários atores sociais, heróis e algozes, pouco (re)conhecidos; o livro possibilita ainda às novas gerações um instrumento pedagógico no presente e futuro para se pensar um outro país, e quiçá se valorizar como parte de uma história.
Paulo R. da Cunha | Unesp - Marília
Valor do livro: R$25,00
Contato: Mariana da Rocha
Conta para depósito ou transferência:
Banco do Brasil
Ag. 1515-6 / CC 105032-X
Mariana Silva
 
 
 
 
China Miéville e a Revolução Russa de 1917

aaaaaO mundo em que vivemos encontra-se em uma encruzilhada histórica. O que está ocorrendo neste momento e o que ocorrerá nos anos vindouros não pode ser entendido sem que tenhamos uma ideia do que foi a Revolução Russa de 1917, um dos maiores acontecimentos históricos de todos os tempos.
aaaaaNão é uma simples coincidência que os principais protagonistas que atualmente se engalfinham no âmbito internacional sejam a aliança euro-americana, de um lado, e a aliança russo-chinesa de outro.  Ou seja, as tradicionais forças imperiais hegemônicas em declínio e os herdeiros da Revolução de 1917 em ascensão, uma vez que a China já é a primeira potência econômica do mundo e a Rússia a primeira potência militar/tecnológica.
aaaaaO livro Outubro de China Miéville não é uma obra de conceitos e tampouco traz uma preocupação com alguma problemática específica das muitas que rondam a historiografia, a política e a sociologia. É, antes de tudo,  uma narrativa do processo da revolução apoiada na pesquisa histórica, mas composta sob inspiração da técnica literária. O resultado é que, apesar do cuidado com a veracidade dos fatos, o trabalho se assemelha mais a uma obra de ficção do que a um discurso historiográfico.
aaaaaO autor presta um tributo ao partido bolchevique, o intelectual coletivo da Revolução, bem como a algumas de suas figuras notáveis, como Trotsky e Lênin. Porém, em suas páginas não encontramos uma apologética do partido revolucionário e tampouco o mantra secular da propaganda anticomunista de que a Revolução só ocorreu devido à ação subversiva de seitas de fanáticos comunistas ou anarquistas.  Na narrativa de Miéville não faltam nem as organizações, revolucionárias ou não, nem as personalidades. No entanto, os que fazem os papeis de protagonistas centrais da trama são aqueles que realmente o foram: os operários industriais, os soldados e os camponeses.
aaaaaA Revolução Russa foi uma revolução socialista inconclusa. E, finalmente, com o desaparecimento da URSS, feneceu. No entanto, o seu significado parece situar-se para além da imaginação sociológica. De um lado, o seu legado prosaico que se expressa na Rússia pós-soviética, supostamente capitalista, é praticamente inexplicável segundo o cânone analítico capitalista. De outro lado, é inequívoco que a Revolução deixou entreaberto para a classe trabalhadora mundial um portal histórico de significado transcendental.
Candido Giraldez Vieitez
Grupo de Pesquisa Organizações e Democracia

Sobre os participantes:

Magela Reny Fonticiella Gómez é doutoranda em Educação pela Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Filosofia e Ciências, campus de Marília e membro do Grupo de Pesquisa Organizações e Democracia, na mesma instituição. É especialista em Metodologia no Ensino de Química e Formação Complementar em Qualidade e Auditoria Interna. Na Universidade Tecnológica do Paraná – Câmpus Medianeira, chefia o Núcleo Psicopedagógico e de Assistência Estudantil e coordena a Comissão de Auxílio Estudantil. No município de Medianeira, coordena o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), o Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes (ENADE) e a Prova Brasil. 
Candido Giraldez Vieitez é sociólogo, fez pós-doutorado na Universidad Complutense de Madri, UCM, na Espanha. Na Faculdade de Filosofia e Ciências, Unesp/Câmpus de Marília, faculdade da qual foi diretor, atua como co-coordenador do Grupo de Pesquisa Organizações e Democracia e como docente do Programa de Pós-Graduação em Educação. Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia do Trabalho, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, trabalho, autogestão, cooperativas e universidade. É autor de diversos livros, dentre os quais “O Movimento operário e popular na abordagem dos agentes de segurança do Estado (1946-1955)”, seu mais recente trabalho.  
Comissão Organizadora:
Ellen Felício dos Santos (Pedagogia/FFC/UNESP)
Filipe Bellinasso (PPGE/FFC/UNESP)
Nathanael da Cruz e Silva Neto (PPGE/FFC/UNESP)





domingo, 8 de abril de 2018

histoeh





Há histórias e há histórias.

E também histórias.

Histórias há que só entende quem sabe algo...

 da história.

de história.

Quem bebe çukyta ® não engole qualquer história.



nem uma história qualquer.