Pra
começo de prosa, num conheçu essi tal di fróid. Tenho minhas dúvidas (que
jamais externalizarei) se ele existiu. De verdade. Se ele escreveu. De verdade.
O que ele escreveu. De verdade. Se é que ele escreveu. De verdade. Se quem
disse ter lido, leu. De verdade. E quem disse ter entendido, entendeu. De
verdade. Isso já não é problema meu.
E se ele tivesse escrito
uma historinha qualquer, pra vaca acordar?
Quanta gente não leva a
sério coisas que, pra virar brincadeira, tem que seriar muito?
Quanta gente não
acredita que, ao entrar na cademia – que não as de artes marciais -, já é um
iluminado e, ao sair, uma iluminiscência? Data vênia excelência!
Mas que qui o fróide von
karnavon tem a não-ver com nada disso? Sei lá. Aquela coisa de complexo da
capação?
É, lá na roça, se
se-falar em castração, vão pensar que o falante come criancinha; que é
comunista.
Parece que o fróidy era
complexo. Digo, complexado. Tudo era complexo. “Complexo de complexo”. Pelo
menos assim osso dizer.
Sei lá. Não to a fim de
falar de sexo. Não to a fim de falar de soda. Não to a fim da falar de fróidi.
Se eu pegasse o fróyd de jeito (não desse que você pode
ter pensado – pensou?), ia dar tanto na cara dele. Não ponha bocas em minha
palavra! Ia dá na cara dele. Com vontade. Com livros. Com livros dele. Ou,
atribuídos a ele. Deus m-o livre dos livros dele. Ia ser o mó “mal-estar”. Não
é marca de tênis.
Quando ele tatamasse
três vezes, eu iria enquadrá-lo-ele, na própria (não na minha, óbvio) teoria.
Dele. Se é que é dele. Se é que é teoria. E isso, já é uma teoria?
Franklmente, seu fróide,
eu jungo! Não gosto de falá palavrão (e, já que escrevi memo, vai pro pau):
poderia ser dial, semanal, semestral, bissemestral, mas anal?
Ta, já que não tem outro
jeito! Para mim, você é um cara de complexos. Você ta coisado naquela coisa que
você mesmo criou (Se é que...) de fezes anal. Ou anual?
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