terça-feira, 1 de novembro de 2011

éfróida


Pra começo de prosa, num conheçu essi tal di fróid. Tenho minhas dúvidas (que jamais externalizarei) se ele existiu. De verdade. Se ele escreveu. De verdade. O que ele escreveu. De verdade. Se é que ele escreveu. De verdade. Se quem disse ter lido, leu. De verdade. E quem disse ter entendido, entendeu. De verdade. Isso já não é problema meu.



E se ele tivesse escrito uma historinha qualquer, pra vaca acordar?



Quanta gente não leva a sério coisas que, pra virar brincadeira, tem que seriar muito?



Quanta gente não acredita que, ao entrar na cademia – que não as de artes marciais -, já é um iluminado e, ao sair, uma iluminiscência? Data vênia excelência!



Mas que qui o fróide von karnavon tem a não-ver com nada disso? Sei lá. Aquela coisa de complexo da capação?



É, lá na roça, se se-falar em castração, vão pensar que o falante come criancinha; que é comunista.



Parece que o fróidy era complexo. Digo, complexado. Tudo era complexo. “Complexo de complexo”. Pelo menos assim osso dizer.



Sei lá. Não to a fim de falar de sexo. Não to a fim de falar de soda. Não to a fim da falar de fróidi.



Se eu pegasse o fróyd de jeito (não desse que você pode ter pensado – pensou?), ia dar tanto na cara dele. Não ponha bocas em minha palavra! Ia dá na cara dele. Com vontade. Com livros. Com livros dele. Ou, atribuídos a ele. Deus m-o livre dos livros dele. Ia ser o mó “mal-estar”. Não é marca de tênis.



Quando ele tatamasse três vezes, eu iria enquadrá-lo-ele, na própria (não na minha, óbvio) teoria. Dele. Se é que é dele. Se é que é teoria. E isso, já é uma teoria?



Franklmente, seu fróide, eu jungo! Não gosto de falá palavrão (e, já que escrevi memo, vai pro pau): poderia ser dial, semanal, semestral, bissemestral, mas anal?



Ta, já que não tem outro jeito! Para mim, você é um cara de complexos. Você ta coisado naquela coisa que você mesmo criou (Se é que...) de fezes anal. Ou anual?


Para mim, seu fróidy, ce num passa de um problema filossexual. Você e sua(s) teoria(s) (Se é que...) não passa de um binarismo: falo, não-falo.

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